Phillip descreve a sua vinda para São Borja com apenas uma palavra: coragem. Natural de Belém do Pará, Phillip sempre pensou nas dificuldades que passaria quando decidiu vir estudar na Unipampa. Além de todas as diferenças culturais, sociais, pensava muito no frio que iria passar. “Para mim, a mudança mais drástica foi o clima, eu havia imaginado que seria frio, mas nunca passou pela minha cabeça que seria tão frio”, comenta.
Além da saudade que sente da sua terra natal, Phillip acha que está se adaptando bem. Gostou muito do chimarrão, principalmente porque aderiu a este hábito para afastar o frio.
Quando chegou aqui, achou que estava em outro país, pois tudo é diferente. ”A cultura de vocês é totalmente contrária a nossa, o sotaque é muito engraçado e vocês usam expressões que eu não conhecia, exemplo disso é “ratiar”, “azá”, “tchê” e “bergamota” frisa Phillip.
Para ele, a saudade que antecipadamente doía, continua doendo mais intensamente, mas a tecnologia está ajudando muito a diminuir as distâncias.
Quando perguntamos o que ele está achando da Unipampa, ele responde que além de ser uma universidade nova é muito boa, e acha a estrutura ótima.
“Sinto, enfim, que fiz a escolha certa ao ter vindo para cá, estou conseguindo me adaptar a quase tudo, menos a música gaúcha” finaliza Phillip.

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